Instrumentos usados por Veterinários em cirurgia de pequeno porte






O médico veterinário se dedica a manter a saúde e o bem-estar de animais silvestres e domésticos de pequeno e grande porte, estudando e tratando das doenças que os acometem. O profissional de Medicina Veterinária formado é generalista, capaz de identificar problemas e promover a saúde dos animais, assim como conscientizar as pessoas sobre o respeito que devem ter com todas as espécies que habitam nossas casas e a natureza.

Quando o estudante de Medicina Veterinaria entra na faculdade, geralmente tem um pensamento rotulado que médicos veterinários atuam apenas com clínica e não sabem ainda a imensa possibilidade que a profissão oferece. Então, como as opções são muitas, mesmo após alguns períodos de estudo diversos estudantes ainda ficam na dúvida de qual área escolher.

Um médico veterinário por atuar por exemplo na área clínica de animais domésticos ou silvestres realizando cirurgias, aplicando tratamentos. E mais, pode ainda trabalhar na promoção da saúde e reprodução de bovinos de corte e de leite. Além disso, também pode fiscalizar o desenvolvimento de alimentos de origem atual.

Esse post falará da atuação do Médico Veterinário em animais de pequeno porte.

Sem duvida, esta é a mais popular! A atuação do médico veterinário neste caso se refere ao atendimento clínico de cães e gatos. Além disso, o profissional presta serviços cirúrgicos, vacinação e procedimentos ambulatoriais. O médico, nesse caso, oferece uma gama de opções de serviços clínicos voltados para o bem-estar de animais domésticos, geralmente cães e gatos. Porém, é possível trabalhar também com a parte cirúrgica, de vacinação, entre outros procedimentos ambulatoriais.

Conheça os instrumentos principais usados em cirurgias de cães e gatos:

- Cabos e Lâminas de Bisturis

O veterinário tem à sua disposição cabos de bisturis com lâminas destacáveis ou unidades descartáveis com lâminas acopladas. É preciso tomar cuidado ao acoplar ou remover as lâminas. Com o passar do tempo, as lâminas podem ter sua ranhura afetada pela corrosão, que impede que elas deslizem e se acoplem. Ainda, podem não grudar e deslizar facilmente, o que pode lastimar os dedos do cirurgião. As lâminas podem quebrar, caso sejam forçadas, mesmo com o uso de porta-agulhas para impedir o escorregamento.

- Tesouras

Existem vários tipos de tesouras cirúrgicas, com tamanhos e formatos variados. É necessário verificá-las constantemente de forma a conferir se ainda funcionam corretamente. As tesouras de Mayo e dissecadoras de Metzenbaum podem frustrar o uso e causar um trauma excessivo no tecido. Suas lâminas devem deslizar facilmente, indicando uma tensão apropriada do cabo e lâminas lisas e encaixadas corretamente.

- Pinças Hemostáticas

As pinças usadas em cirurgias são frequentemente danificadas pelo mau uso. À medida em que há sobrecarga na superfície de apreensão da pinça, as lâminas se desalinham e a tensão nos cabos diminui, o que impede que o instrumento segure o tecido firmemente. Seu uso contínuo também pode acelerar a deterioração, fazendo com que ela se quebre. É preciso conferir regularmente se as lâminas ainda estão alinhadas, a tensão dos cabos e o uso da catraca.

- Pinças de Polegar

As pinças de polegar recebem esse nome por serem usadas entre o dedo polegar e o indicador, sendo usadas para tarefas que envolvam trabalho delicado. A mais comum é a pinça de Adson, que pode ser utilizada na sutura de pele e de planos faciais.

- Pinças de Campo

Esse tipo de pinça é projeto para prender panos apele. Pela sua característica de penetrar profundamente na pele, devem estar sempre afiadas e sem rebarbas ou lascas. Também são usadas para prender tubos de sucção, cabos de eletrocautérios e cabos de equipamentos de força aos panos.

- Porta-Agulhas

Para verificar se o porta-agulhas está adequado, basta prender uma agulha no segundo dente da catraca. Se a agulha possa ser rodada, o porta-agulhas precisa ser reparado. Esse instrumento deve conseguir segurar a agulha quando fechado no primeiro dente da catraca. A borda da superfície de apreensão também deve ser inspecionada, pois, à medida em que se usa, essa borda do porta-agulhas pode tornar-se afiada e cortar o material de sutura.

Os profissionais que desejam atuar na área clínica podem trabalhar em clínicas veterinárias particulares, atendendo animais de companhia, animais de grande porte ou, ainda, animais silvestres. Se preferir, o veterinário pode ser autônomo e atender em domicílio os seus pacientes.

Mesmo com essa ampla oferta de trabalho, é bom lembrar que a concorrência é forte, devido ao grande número de clínicas veterinárias em atividade no país. Por isso, é sempre oportuno que o profissional aposte em cursos de especialização para apresentar um diferencial no currículo e se destacar no mercado.

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