Principais tipos de biomateriais da Odontologia






Biomateriais são materiais que podem ser implantados para substituir ou reparar tecidos em falta. Podem ser de origem natural ou sintetizados em laboratório e são capazes de interagir com o corpo humano.

Os biomateriais, tais como substitutos ósseos e membranas de colágeno, são usados regularmente em odontologia regenerativa e também para a regeneração óssea e cartilaginosa em ortopedia.

De um modo geral, eles também são definidos como dispositivos que entram em contato com os sistemas biológicos. Justamente por isso, têm aplicações em diagnósticos, vacinas, cirurgias ou terapias. Como você pode perceber, sua atuação é muito significativa na área da saúde.

Eles são capazes de interagir com o corpo humano e trazer muitas melhorias. Isso porque podem substituir ossos e membranas de colágeno. Essa é uma forma de trazer qualidade de vida para os pacientes. Os biomateriais são muito usados na odontologia justamente com esse papel regenerativo, mas também podem ter aplicações em outras áreas.

é hora de conhecer os principais tipos deles. Essa é uma maneira de expandir sua mente e entender do que realmente estamos falando.

Veja alguns abaixo e entenda quais são as características que os diferenciam.

Metais

Os metais são uma das matérias-primas mais bem-aceitas, pois apresentam um excelente desempenho mecânico — sem contar que eles também têm alta resistência, um ponto que faz toda diferença para quem procura alternativas duradouras.

Por essa razão, ele tem sido usado como um elemento de substituição, reforço ou estabilização de tecidos com um aspecto mais rígido. No caso da odontologia, a aplicação de implantes dentários está entre as mais comuns.

Suas propriedades são tão bem-vistas que também são exploradas em instrumentação cirúrgica, como pinças, tesouras, agulhas e fórceps. Podemos destacar o aço inoxidável e ligas de titânio entre os metais mais utilizados nesses casos. Os metais nobres (como ouro e prata) também costumam ser bem-aceitos, mas o alto custo e alta densidades podem inviabilizar algumas aplicações.

Para que sejam aplicados de forma correta e segura no corpo humano, é importante considerar uma série de requisitos e recomendações. De maneira bem óbvia, eles devem ser biocompatíveis para evitar as reações inflamatórias, alérgicas ou tóxicas. Somado a isso, devem também ser testadas e apresentar resistência a possíveis corrosões.

Polímeros

Os polímeros também ganham destaque quando o assunto são os biomateriais. Nada mais natural, já que eles apresentam uma alta facilidade de fabricação (principalmente quando comparados com os modelos metálicos ou cerâmicos), podem ser criados com uma variedade de fórmulas e excelentes custo-benefícios.

Esses são aspectos que fazem diferença para os dentistas e pacientes, não é mesmo? De maneira similar aos metais, é importante ser cauteloso na hora de escolher o material que vai usar. Isso porque eles podem apresentar propriedades um tanto quanto particulares, então, é bom saber qual é o tipo de polímero que vai explorar e seguir com uma aplicação específica para cada caso.

Vale destacar que essa não é uma tendência ou ainda um novo tipo de aplicação. É isso mesmo: esse tipo de material vem sendo usado na odontologia desde o século XIX. Entre a usabilidade mais comum, podemos destacar uma grande variedade de materiais odontológicos, desde os de moldagem até os que são usados em cirurgias.

Para fechar, é importante saber que como eles apresentam a baixa densidade como uma de suas principais características, tornaram-se adequados para substituir tecidos moles na boca, mas não podem ser tóxicos de forma alguma.

Cerâmicas

As cerâmicas também são ótimas alternativas para o desenvolvimento de biomateriais. Entre suas principais aplicações podemos destacar os dispositivos para a reconstrução odontológica e maxilofacial, mas sua atuação é muito mais abrangente.

O papel vasto se deve às propriedades do material e a alta compatibilidade química da cerâmica com os tecidos mais rígidos, como ossos e dentes. Esse aspecto faz com que seja um ótimo indicativo para tratamentos desse tipo.

Somado a isso, vale destacar que a cerâmica também é um composto inorgânico, sendo normalmente formada por meio de elementos metálicos e não metálicos unidos por meio de ligações iônicas. Esse aspecto pode soar complexo, mas faz com que ela se comporte com baixa condutividade elétrica e térmica — uma vantagem significativa.

Os materiais desse tipo também são resistentes ao desgaste, compressão e apresentam estabilidade em ambientes ácidos.

Como contraponto, não dá para negar que esse biomaterial também tem desvantagens (assim como qualquer outro). Podemos destacar aqui a baixa resistência mecânica e a não presença de microporosidade, um aspecto que dificulta o crescimento celular em seu interior.

É fundamental que além de saber manusear os diferentes tipos de biomateriais, o dentista garanta o conforto e a discrição do paciente, permitindo um cotidiano normal a ele. O curso de Biomateriais na Odontologia trata de histologia, tipos de materiais, problemas dentários e bucais, entre outros tópicos relevantes.  Clique aqui e saiba mais!

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