Um novo horizonte na Educação Física Escolar






A Base Nacional Comum Curricular orientou mudanças para a Educação Física e enfatiza que a experimentação, a vivência e a prática, dentro do possível, são enriquecedoras, mas também que muitos dos conteúdos podem ser tratados na dimensão fruição, por exemplo, que considera a habilidade de apreciar uma prática.

Nessa perspectiva, há diversas alternativas possíveis para proporcionar vivências variadas aos alunos, mesmo as que são pouco conhecidas dos professores:

Uma delas é estimular os estudantes a pesquisarem temas novos e a trazerem seus achados para uma discussão com a turma.

Outra é convidar pessoas da comunidade para contribuir, abrindo também a possibilidade da participação de outros professores e funcionários, além das famílias, desde que tenham conhecimento das temáticas que serão apresentadas aos alunos. A escola é um lugar de aprendizagem, e isso vale tanto para os alunos,  tanto para os professores.

Também é possível recorrer às diferentes fontes de informação midiáticas disponíveis. Filmes, por exemplo, podem ser utilizados para tratar de temas como danças e lutas. Billy Elliot, sobre a paixão de um garoto pela dança; Vem Dançar (2005), a história de um professor voluntário que dá aulas de dança para alunos rebeldes; Esporte Sangrento (1993), em que um professor, também voluntário, ensina capoeira a alguns alunos envolvidos em conflitos, são sugestões dos especialistas. Esses filmes também podem fornecer ao professor, mas até mesmo aos alunos, de acordo com os níveis de ensino, subsídios para superar preconceitos em relação às mais diversas práticas.

Em paralelo, o professor pode ampliar seu nível de conhecimentos com formação continuada, participação em grupos ou mesmo visitando locais onde práticas que ele desconhece ocorrem. Ao ampliar as formas de tratamento e as dimensões de conhecimento esperadas, os professores podem variar e enriquecer suas aulas de diversas formas.

Nem todas as escolas oferecem ambientes adequados para a vivência de tantas práticas e, embora seja necessário buscar sempre melhorias, também deve haver um olhar do professor para a possibilidade de adaptar os espaços disponíveis. Em algumas práticas, a própria sala de aula pode ser o local da vivência, dependendo da dinâmica da atividade e do tamanho da turma. Espaços abertos como pátios, estacionamentos e até praças próximas podem ser aproveitadas, desde que a segurança dos alunos seja preservada.

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